Défice energético e aumento da Massa Muscular

 Low-fat vs Low-carb
 Low-fat vs Low-carb

17 Março 2021 | Nutrição

17 Março 2021 | Nutrição

A proteína dietética parece ser o nutriente fulcral para determinar as mudanças na composição corporal, durante uma dieta hipocalórica para perda de peso, devido ao papel que representa na saciedade, termogénese, manutenção da massa magra e na utilidade que confere para a adaptação durante o treino.

Aliás, vários desportos são geralmente reconhecidos pela alta proporção de força, potência ou resistência para o peso corporal desejável, e em certas circunstâncias desejável é que os atletas aumentem a sua massa magra enquanto perdem peso.

Para que ocorra perda de peso em humanos é espectável que a energia total ingerida precisa ser menor do que o gasto total de energia em algum período de tempo definido, isto é uma realidade termodinâmica.

É fundamental perceber qual o equilíbrio de macronutrientes determinados a promover maior perda de gordura, conservação de massa magra e em simultâneo, ainda permitir que o desempenho atlético não fique comprometido.

Neste sentido, é de salientar que o aumento da ingestão de proteína na dieta, irá comprometer um outro macronutriente, nomeadamente os hidratos de carbono, enquanto o balanço energético for negativo. Os hidratos de carbono são de elevada importância na dieta quando o assunto implica exercícios de alta intensidade, pois estes permitem o sustentamento do desempenho.

Do ponto de vista de um atleta, quando o objetivo é perda de peso é muito importante que a dieta realizada enfatize a perda de gordura e preserve a massa muscular, podendo ser propício ao aumento do desempenho.

No entanto, a quantidade e o momento ideal para a ingestão de proteínas são os fatores que regulam a síntese de proteínas miofribilares (MPS).

Um estudo determinou como diferentes distribuições de proteína alimentar durante 12 horas de recuperação após o exercício afetam as respostas anabólicas no músculo-esquelético.

Então, 24 indivíduos treinados e saudáveis foram divididos em três grupos, estes realizaram uma sessão de exercícios de resistência seguida pela ingestão de 80 g de proteína do soro do leite ao longo de 12 horas de recuperação. A distribuição da quantidade de proteína ao longo do tempo foi distribuída da seguinte forma: 8*10 g de proteína de 1 hora e 30 minutos em 1 hora e 30 minutos, 4*20 g de proteína de 3 em 3 horas e 2*40 g a cada 6h.

De facto todos os grupos aumentaram a síntese proteica muscular ao longo das 12 horas de recuperação. No entanto, 20 g de proteína do soro do leite ingerida de 3 em 3 horas resultou num efeito superior aos restantes padrões alimentares.

Desta forma, este estudo mostra como a distribuição da ingestão de proteínas é uma variável de extrema importância para promover a obtenção e manutenção do pico de massa muscular e também no potencial de maximizar os resultados do treino de resistência.

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Conclusão

Em conclusão, é possível aumentar a massa muscular em atletas em simultâneo com a perda de peso. Determinando estratégias nutricionais ideais para o objetivo sem que o desempenho atlético fique comprometido. Estas informações demonstram que o momento e a distribuição da ingestão de proteínas é um fator chave na estimulação máxima das taxas de MPS ao longo de um dia de treino.